Blog de odilonrios


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Escrito por odilonrios às 02h19
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Escrito por odilonrios às 02h13
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Repórter Alagoas - Três perguntas para o deputado Severino Pessoa

Repórter Alagoas - Três perguntas para o deputado Severino Pessoa
: http://bit.ly/mOxChl



Escrito por odilonrios às 11h24
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Repórter Alagoas - Rogério Teófilo assume na sexta a Secretaria de Articulação Política. : http://bit.ly/ioShBO

Repórter Alagoas - Rogério Teófilo assume na sexta a Secretaria de Articulação Política. : http://bit.ly/ioShBO



Escrito por odilonrios às 11h22
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Matriz, Delmiro, Canapi e Tanque D'Arca continuam gastando com São João Repórter Alagoas - Acima de tudo, Informação: http://bit.ly/m58jDu

Matriz, Delmiro, Canapi e Tanque D'Arca continuam gastando com São João Repórter Alagoas - Acima de tudo, Informação: http://bit.ly/m58jDu



Escrito por odilonrios às 14h58
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CNJ avalia se após prisão em flagrante, preso deve ser apresentado a juiz

Repórter Alagoas - CNJ avalia se após prisão em flagrante, preso deve ser apresentado a juiz : http://bit.ly/iTM7Gt



Escrito por odilonrios às 16h02
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Prefeitos marido e mulher gastam mais de meio milhão de reais com festas

Repórter Alagoas - Prefeitos marido e mulher gastam mais de meio milhão de reais com festas : http://bit.ly/iWxsnb



Escrito por odilonrios às 18h37
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Destruída pela enchente, terra de Renan Calheiros gasta mais de R$ 100 mil com festas de São João

Repórter Alagoas - Destruída pela enchente, terra de Renan Calheiros gasta mais de R$ 100 mil com festas de São João: http://bit.ly/iDrMb9



Escrito por odilonrios às 17h34
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REPÓRTER ALAGOAS

Reporter Alagoas. Clique e acompanhe o site onde acima de tudo. vem a informação

 



Escrito por odilonrios às 23h20
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Justiça de Matriz discute tortura policial nesta terça-feira

Na próxima terça-feira, a família de José Alexystaine Laurindo presta, mais uma vez, depoimento no fórum de Matriz de Camaragibe. Há três anos, a história se repete. O rapaz, então com 12 anos, em 2007, foi esbofeteado pela polícia, em seguida pisado, jogado na mala de um camburão, socado com coronhadas, preso na delegacia, acusado de “maconheiro” e “ladrão de escola” porque, durante uma brincadeira, atirou uma pedra que atingiu- por azar- a viatura policial.

Há três anos que a privacidade da família do jovem não existe. Ele foi assassinado em novembro, com 16 anos- sem assistir a punição aos seus torturadores. Em determinado momento, o último crime ganha características misteriosas. O criminoso- um jovem de 17 anos- só foi preso 50 dias depois de ter disparado os dois tiros e o assassinato, em parte, foi investigado pelas mesmas autoridades policiais que torturaram Alexystaine concluindo, no mesmo dia do crime e sem sair da delegacia, que o morto era envolvido com o tráfico de drogas.

A arma usada pelo crime nunca foi encontrada. Há informações- nunca investigadas- que ela está em mãos de um parente de uma autoridade local. O rapaz preso é uma espécie de ponte do tráfico em Matriz: levava drogas do bairro Village Campestre, em Maceió, para a cidade, abastecendo um conhecido bar da região.

O acusado pelo crime foi preso em uma quarta-feira, na capital. No mesmo dia, o programa Fique Alerta-da TV Pajuçara- mostrava a cara dele e de outros jovens presos em Maceió, durante uma ação policial. A família de Alexystaine sabia da prisão, mas a polícia, não! Circulava em Matriz que o rapaz preso seria libertado “por uma pessoa poderosa e influente na cidade”.

Na mesma semana, um dos policiais- envolvidos na tortura ao jovem- reuniu a imprensa e divulgou duas mentiras: os acusados pela tortura haviam sido julgados e condenados ao pagamento de cestas básicas; e a família de José Alexystaine era envolvida com o tráfico de drogas- em conexão com os morros cariocas.  

Dias depois, na segunda-feira, a família participou, pela segunda vez, de uma reunião do Conselho Estadual de Segurança. Levou duas informações: a de que o menor acusado pelo crime já estava preso em Maceió e seria libertado pelo “poderoso” de Matriz- apesar da negativa da polícia- e a acusação do delegado contra a memória do jovem e a dor da família- uma asquerosa ficção elaborada, com a chancela da impunidade, maneira de justificar o “envolvimento” do morto com as drogas.  

Horas depois- na mesma segunda-feira- o menor foi “encontrado” pela mesma polícia. E o Conselho Estadual de Segurança não tomou providências contra o policial e sua fictícia história, sem depoimentos, fatos ou fotos. A imprensa não comprou a farsa.

Nesta terça-feira, o juiz Diogo de Mendonça Furtado e o promotor Adriano Jorge, ambos de Matriz, vão decidir se alteram a penalidade contra os policiais de crime de tortura por lesão corporal. Alexystaine não está vivo para conferir este resultado.

Essa transação penal pode beneficiar os acusados de tortura. Se condenados por lesão corporal, vão distribuir cestas básicas. É algo semelhante à lei de Anistia, que tentou apagar da memória dos brasileiros os horrores causados pela ditadura militar, como se a memória- e a vítima- fossem dois inimigos a serem exterminados.  

O Brasil é signatário da Convenção contra Tortura e outros Tratamentos e Penais Cruéis, Desumanas ou Degradantes- apesar de um conflito direto com a lei de Anistia. Ainda não vemos, no Brasil, os assassinos ou criminosos do regime militar serem punidos como na Argentina e no Chile. Eles continuam livres e impunes.

Pois o Tratado Internacional, assinado pelo Brasil em 1984- período de agonia do regime no País- será o assunto central desta audiência em Matriz de Camaragibe. Em seu primeiro artigo, a certa altura, conceitua tortura: “<i>quando tais dores ou sofrimentos são infligidos por um funcionário público ou outra pessoa no exercício de funções públicas, ou por sua instituição, ou com o seu consentimento ou aquiescência</i>. (grifo meu).

Caberão ao juiz Diogo de Mendonça Furtado e ao promotor Adriano Jorge escolherem se o tratado internacional, é um manual contra a tortura ou virou um porfólio, com a polícia, do outro lado, rosnando contra o documento.



Escrito por odilonrios às 03h50
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Miseráveis estruturas

É um crime simples.

Um jovem de 16 anos é assassinado por um outro adolescente, de 17 anos. Ponto.

Faz trinta dias que o assassino está solto.

A Delegacia Regional de Matriz de Camaragibe, sob a batuta do delegado Belmiro Cavalcante, não tem capacidade de prender um assassino de 17 anos.

Ele deve passar o Natal com a família.

O assassinado passa o primeiro natal longe da família.

O delegado recebe uma medalha pelos seus anos relevantes de serviço na Polícia Civil.

Mas, qual o serviço do delegado? O assassino continua solto.

Qual funcionário público recebe medalha se ele não cumpre seu trabalho?

Qual funcionário recebe medalha, se na regional, gerenciada pelo delegado, algumas pousadas se transformaram em pontos de vendas de drogas e prostituição infantil.

Isso a poucos metros da Delegacia, o local onde deveria trabalhar o delegado.

O delegado descobriu, na cidade, uma rinha de galos, no Centro de Matriz, a cem metros da delegacia. Quase atravessando a rua.

E sua regional não tem autoridade para a captura de um adolescente de 17 anos.

Mostrou competência na tortura de um jovem de 12 anos.

O delegado ganhou uma medalha.

Belmiro Cavalcanti nos salvou da nossa miséria.

Miseráveis estruturas.

 



Escrito por odilonrios às 22h58
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Uma nota da Adepol. Blog responde

A cúpula da Associação dos Delegados de Alagoas (Adepol) chama de “injustificadas” as acusações movidas por este jornalista contra o delegados Belmiro Cavalcante e Socorro Almeida, a respeito do caso de tortura e, três anos depois, assassinato do meu filho, José Alexystaine Laurindo, de 16 anos.

 

A brava e quixotesca diretoria- representada por delegados que investigaram a morte do prefeito de Roteiro, Edvaldo dos Santos, em 2006, crime insolúvel e com inquérito anulado pelo Tribunal de Justiça- ruge em nota de desabafo, distribuída a imprensa. Não publicada, como era de se esperar.

 

Este jornalista tem as provas, documentadas, registradas em cartório. E o corpo de um filho, que os delegados “que labutam diariamente, com responsabilidade e seriedade” da brava Adepol sequer mostram capacidade de achar o assassino.

 

Mas, ajudam a arquivar o inquérito de tortura, seguindo a cartilha da tragédia de Roteiro, lição aprendida com distinção pelos nossos heróis da segurança pública. Foi o que aconteceu com as denúncias movidas na Corregedoria da Polícia Civil e no Conselho Superior da Polícia Civil alagoano.

 

Ao invés da punição, um ânimo: uma medalha ao delegado Belmiro Cavalcante, do Conselho Superior da Polícia Civil.

 

Interessante como as linhas francas da Adepol mostram o fracasso do modelo de fazer polícia no Estado. Delegados conhecidos nacionalmente não exatamente por seus trabalhos edificantes ou investigações laboriosas, porém, uma realidade bem mais mesquinha e odiosa: o ainda persistente modelo dos fora da lei.



Escrito por odilonrios às 21h56
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O risco

Ana Claudia Laurindo- Cientista Social

Agora que me tornei mais alagoana do que nunca, conhecendo a dor das mães que perdem seus filhos nos finais de semana; agora que sinto na pele a dor aumentada pelo preconceito dos religiosamente moralistas; agora que tenho os olhos limpos pelas lágrimas e vejo todo o engodo de quem se diz defensor dos Direitos Humanos e assume cargos públicos comissionados; agora que recuso publicamente comer o pão da hipocrisia para anestesiar a dor, comecei a receber faustos conselhos de uma gente quase santa, que diz estar preocupada com a segurança da minha família e nos convida aos claustros da omissão, em nome da fé!

                Já ouvi falar do perigoso “silêncio dos bons”! Já ouvi falar do choro de Jesus, pelos que conhecem o Evangelho e não o praticam! Por isso advirto em retorno, que grande risco corre, hoje, neste instante, a sociedade alagoana, nossa família ampliada!

                É necessário rever a função social das instituições alagoanas, e os entraves que as ameaçam. O descrédito não é fruto do acaso, e nossos impostos continuam pagando a inoperância. Esse problema pode ser isolado a questões familiares? Esse problema é nosso, e o silêncio é uma vergonhosa expressão a favor da morte!

                Contudo, ainda podemos piorar: quando representações institucionais se unem no intuito de fortalecer a defesa da inação social, expelindo ameaças e ironias, e a sociedade civil organizada não reage. Será necessário cada um de nós perder um filho para a vilania social alagoana, para então, sairmos da toca? Ou ainda assim continuaremos intocados, chorando escondido, para salvaguardar as parcas vantagens de ter o nome conhecido no Estado?

                A morte circunda todas as casas alagoanas! O Estado falha, a sociedade cala, só o nome de Deus continua sendo apregoado, em vão! Minha humanidade não me envergonha, minhas lágrimas impagáveis unem-se às lágrimas de todas as mães silenciadas, eleitoras analfabetas dos algozes que carimbam todos os dias a sentença da impunidade.

                Quanto mais alagoana me sinto, mais abraço os direitos negados e reverencio a memória juvenil de meu filho, um mártir da violência institucionalizada que subjuga Alagoas!



Escrito por odilonrios às 21h11
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Ideias sobre descontrole

“Quando os nazistas levaram os comunistas, eu calei, porque, afinal, eu não era comunista. Quando eles prenderam os sociais democratas, eu calei, porque, afinal, eu não era social democrata. Quando eles levaram os sindicalistas, eu não protestei, porque, afinal, eu não era sindicalista. Quando levaram os judeus, eu não protestei, porque, afinal, eu não era judeu. Quando eles levaram a mim, não havia mais quem protestasse” (Martin Niemöller).




Descontrolado por  querer justiça ! O que eu tenho a ver com isso?


Estive lendo o twitter do Odilon Rios na tarde de hoje e fiquei  perplexo com o que foi colocado para a Diretoria do Alagoas 24 horas  conforme foi  publicado em seu microblog em 1 de dezembro de 2010 : " A pedido do presidente da ordem, Omar Coelho, a diretoria do Alagoas 24 horas, o blogueiro foi chamado de "descontrolado". Procurando entender o motivo vi mais explicações do jornalista que transcrevo a seguir: "O blog acaba de receber ameaças da OAB de Alagoas, se continuar a falar da omissão de apuração para casos de tortura de um menor ". "Ao cobrar a promessa de Omar, feita no twitter, de apuração de um caso de tortura em Matriiz de Camaragibe. 

Recentemente tenho acompanhado todo o sofrimento da família de Odilon Rios, na elucidação do brutal homícidio que foi vítima o seu filho Alex (José Alexystaine Laurindo) , que antes de ter sua vida ceifada, foi  submetido em sua tenra idade quando  tinha apenas 12 anos  as diversas modalidades que a tortura  do mundo moderno oferece aos algozes para  desfecharem em suas presas.Podemos observar que mesmo com o passar dos milênios , a prática de afligir dor em outro ser humano em nada  evoluiu em suas técnicas bizarras ,quando se pensa em tortura ,como atos de desolar o ser humano com choques, tapas, afogamentos em baldes,queimaduras com  ferro quente e as inúmeras possibilidades que se pode ter em uma mente sociopata.Porém esquecemos que a tortura também vem travestida em palavras que transportam medo, angústia e ameaças . Essas sim, penetram com mais voracidade na carne ,dilacerando  cada sentido de vida, corroendo a identidade do próprio ser e da  família.Um misto de  inquietude e depressão passam a fazer  então ,moradia na alma ....

A  palavra é omissaõ ! O que ela representa ? Uma ausência de ação, inércia ? Um esquecimento postergando aquilo que deveria realizar ? 
Elencar as diversas  definições e modalidades de omissão , seria preciso criar uma enciclopédia  . Ela encontra-se presente em muitas ações ditas corriqueiras e banais do dia a dia manifestando-se sempre através de algum sinônimo.Quando escutas : O  índice de Homicídio aumentou, e você responde : O que eu tenho a ver com isso ? Aquele paciente precisa de ventilador  mecânico e o hospital não possui ! e você responde verbalmente ou em pensamento : O que eu tenho a ver com  isso ; se eu denunciar ao Conselho de Medicina vou  perder a minha chefia e prestígio  pois vai existir uma  perseguição no hospital! Se você é um policial , um médico,um advogado, um jornalista ,esteja em qualquer profissão  e negligencia os princípios basilares da legalidade , achando legítimo seus atos e imputando ao divino as diversas justificativas por sua conduta , com certeza  em síntese  você seria a típica representação egocêntrica de  um ser narciso, de um ente versado  em omissão   sempre ausente com os outros ,porém presente em si !

Será que o sofrimento só é maior quando bate a porta da minha casa ? Que todos  que  possuem  o dever  de  fazer , que  façam  agora e não se esqueçam   do exemplo cristão  sobre uma passagem da bíblia no antigo Egito referente as dez  pragas ,principalmente a última !

Solidariedade e justeza é o clamor !

 

Em vida o sofrimento, é o sinônimo constante daqueles que foram assediados e torturados .Assentimental  é  sempre o padrão daqueles que praticam a tortura. Descontrolados, são todos aqueles que perdem ou perderam o controle e não querem parar até saciarem o desejo de justiça !

Diante dos fatos, chego a uma conclusão :


Eu sou mais um a fazer parte do mundo do descontrolado !

Mário Augusto

Para Refletir:


Deveríamos descartar de nossa existência , a omissão , e como ponto de partida desse novo recomeço retiraríamos a vogal ó , pois só assim uma omissão se transformaria em uma missão de resgate a cidadania .Mário Augusto

“Desgraçados dos que medem mal e pesam mal! Desgraçados daqueles que, quando outros medem para ele, exigem medida cheia; mas, quando eles próprios medem para outros, diminuem as medidas e o peso.” (O Alcorão)



Escrito por odilonrios às 09h33
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O lado dos omissos

Apesar da promessa de investigação para o crime de tortura contra um jovem de 12 anos, na delegacia regional de Matriz de Camaragibe, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Alagoas (OAB/AL), Omar Coêlho de Mello, não levou o caso adiante.
Ontem, no twitter, Omar disse que pediria providências ao presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, Gilberto Irineu sobre o assunto. Não pediu.
Interessante como o assassinato de José Alexystaine Laurindo, meu filho de 16 anos- torturado pelo delegado da cidade, Belmiro Cavalcanti e os guardas comunitários Jorge Adriano dos Santos e José Petrúcio, em agosto de 2007- virou motivo de esforço de omissão para algumas instituições públicas alagoanas.
Isso significa que a tortura em Alagoas pode ser praticada por qualquer agente público. A impunidade é certa, como assinatura de um documento em branco.
O presidente da OAB, Omar Coêlho de Mello e o presidente da Comissão de Direitos Humanos da ordem, Gilberto Irineu, não se posicionam sobre o crime de tortura. Adotaram o silêncio há duas semanas. Não há muito o quê dizer;
o promotor de Matriz de Camaragibe, Adriano Jorge, sequer tentou levar a investigação adiante, apesar de estar documentada: laudos do IML (exame de corpo de delito), fotos do Conselho Tutelar, denúncia a OAB e a Corregedoria da Polícia Civil. Três anos de espera;
o então juiz de Matriz, Ygor Figueiredo, escolheu a lentidão judicial brasileira, o parâmetro da impunidade, cuja resposta veio com o assassinato.
O juiz e o promotor não se manifestam a respeito de tortura desde a semana passada, quando o blog mostrou o caso.
A Polícia Civil de Alagoas não apresenta o acusado pelo assassinato, de um crime que aconteceu há duas semanas.
A Corregedoria da Polícia Civil igualmente escolhe o silêncio, sinônimo, em momentos como este, de omissão.
Pedi providências ao Conselho Estadual de Segurança na segunda-feira.
Espera-se que o chefe reeleito do Ministério Público Estadual, Eduardo Tavares Mendes, possa apurar a conduta do promotor Adriano Jorge. A do presidente da OAB é conhecida publicamente.
Enquanto isso, o delegado Belmiro Cavalcante e seus dois “funcionários”, em linguagem mais refinada, desfrutam de liberdade ostensiva em Matriz, ao lado de quem aceita a tortura em Alagoas.
O lado dos omissos.
<b>Em tempo</b>
A Assembleia Legislativa manifestou-se hoje à tarde sobre o assassinato e pede providências. Agradeço ao deputado Paulo Fernando dos Santos, o Paulão, por citá-lo na tribuna da Casa, com pedido de pesar do presidente, Fernando Toledo.



Escrito por odilonrios às 21h02
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